01/08/2017
Egos que reclamam como se fossem manifestações físicas de uma energia divina em movimento constante. Em certos momentos tive a sensação de sentir as manifestações do ser humano como se de um animal ferido se tratasse, como se fosse um animal decadente, que fala consigo próprio e representa inúmeros papéis ao longo do seu caminho social. Como se a planta medicinal Aya o apanhasse, o desmascarasse e lhe limpasse as defesas usadas para se comunicar e relacionar com os outros, deixando o ego vulnerável e a descoberto para aqueles que observam. Pode ser essa vulnerabilidade perante os outros que provoca momentos de tensão, de choro, de ansiedade ou depressão. Por momentos tive a sensação que somos representações físicas individuais de uma corrente energética fora da nossa percepção e dimensão. E que o nosso cérebro, bio-computador, onde se aloja o ego é o que nos liga a essa corrente energética infinita, sem início nem fim em constante movimento.
Porém a ilusão do ego é alimentada e viciada em novas ilusões que para o ser humano são realidades inquestionáveis e essa alimentação descontrolada, consumista e competitiva origina o aparecimento de vírus (depressão, ansiedade, desequilíbrio emocional, tensão, stress).
O ego vulnerável arrota alto, manifesta-se sem a consciência que está a ser observado e conforme a reacção do grupo assim ele se esconde ou se mostra. O ego desmascarado é uma criança autêntica, mimada mas não inocente.
O ego vulnerável arrota alto, manifesta-se sem a consciência que está a ser observado e conforme a reacção do grupo assim ele se esconde ou se mostra. O ego desmascarado é uma criança autêntica, mimada mas não inocente.
Como uma bailarina de uma caixa de música, que rodopia ao longo de uma interminável melodia, assim é a vida do universo que está longe de ser explicada e compreendida pela ciência e religião, que o homem inventou...