segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Wine Makers


11/08/2008
1984, September the second I was born. Pretty much close of grapes harvest time and wine production. My mom cried loud to deliver me and my father was extremely nervous. I was their first child. I am a boy and they named me André. Maria and José are my parents’ names and we live in a small village where everyone knows us. My father he runs a business of his own. He is an entrepreneur, like my grandfather was once. My father owns a business of caterpillars. 
Years ago before I was born, there was a young but tough man in a small village that strived for his dream and conquered it. He had no support from his family, as he had no parents but brothers and sisters. Miserably grown he was a hard working and raised a company from his own. After long years as a servant, striving for food, life and money, he became the owner of most successful company in his small village and surroundings. He had several children but he wasn’t kind for them. They were grown in his strict way of living. He taught and employed all men, which today after I was born, are the building company’s owners. He sold his company, got retired and enjoyed the rest of his life. His name was Amândio. 
Jose, my father is one of his elder’s sons. He had a very strict way to grown himself and soon he had to work in my grandfather company. He left behind his studies, his wishes and his joy. He was ordered to do that, he was asked in a very strict way. However by the time my grandfather sold his company my father were free to go, as he went. He went to work as a servant like my grandfather once did, but after a year he started his own business.    
In a land where soil it’s tough but fertile grows the best liqueurs of god. After my grandfather retired himself he had bought extensive vineyards and started to produce wine on his own. He had always loved wine, since his teenager time. Also my father did. So by the time my grandfather bought the vineyards, he became the wine maker. 
By the time I was born, my grandfather was retired and I became to him as a child he had never taking care of. My father was in a big challenge of his own, my mom worked for a company and my grandparents offered to take care of me and raise me as best as they could. So by the time being I became so close to my grandparents and they to me that I felt them as my parents. I was grown more with love of grandparents and their attention than my own parents. While kid I was taught about everything by grandfather. So according my grandfather I would become a wine maker and I was taught for that. I have learnt and worked on vineyards duties. However I was still a child he made all efforts to understand me and to make me happy. He was always ready for me. And I never felt him leaving me behind. 
As a wine lover he had his harvest every year. Every year he worked to get the best wine, every year of the rest of his life. 

Vida na Mão


12/08/2010

Hoje tenho que escrever..
para agradecer..

Obrigado por teres poupado (a vida) a um dos pontos mais fortes da minha vida.. Obrigado por não teres mudado a minha agora e para sempre.. Obrigado por ouvires as minhas preces e por me ajudares a escrever estas letras.. Obrigado por me fazeres perceber que a vida não são só tretas.. Obrigado..

Eu vi-o angustiado, com medo, fraco, puro e de sentimento muito baixo. Onde a sua presença nem se fazia notar.. com medo e agoniado por não falar.. ferido e sentido no corpo, na cabeça e no coração.. e a prova de tudo estava na sua mão.. 
ainda a noite estava para vir.. coberto de pó e de pé ele olhava papeis, mas sempre ferido.. preso por não falar.. tenso por estar a guardar.. tudo e muito só para ele.. 

Eu olho e vejo marcas por baixo do pó.. ele acompanhado sente-se só.. ele continua de pé.. ele voltou a trabalhar depois de fugir à morte.. ele regressou a casa sem falar.. ele que escondeu sem tentar evitar.. 

rapidamente o meu sentido de observação se apercebe que houve ferimentos na mão.. e na sua camisa azul cor de pó.. havia vestígios de líquidos derramados.. em fracções de segundo perguntei-me se seria sangue.. mas guardei a pergunta sem resposta para mim.. 

saí sem pensar mais no assunto.. subo escadas com o pensamento vago.. e cansado sento-me na cadeira..

desço escadas e por entre engolidelas volto a reparar na mão.. depois de hesitar vários momentos a pensar se iria abordar o tal assunto, decidi lançar um isco.. longe de imaginar o que se tinha passado.. mas intrigado com a sua presença.. tão baixa.. tão fraca.. 

algo muito mais forte se teria passado.. ele que mesmo depois de uns ferimentos ligeiros brinca com a situação.. ele que quando precisa de ajuda não levanta a mão.. ele que não abordou a questão.. 

no desenvolver da conversa fui-me apercebendo que o assunto estava demasiado pesado para libertar logo de uma vez.. com respostas vagas foi entrando no assunto e começou a explicar.. o que lhe era difícil falar.. mas que o dia de ontem deixou para marcar.. 

Obrigado por não lhe teres tirado tudo.. nem a vida.. nem a sua capacidade de trabalhar.. nem a sua razão de amar.. ele que é um homem à antiga.. que trabalha a terra para vencer.. ele que cultiva a terra para viver.. ele que nasceu para morrer.. 
Vencer, viver e morrer.. 
Obrigado por o deixares vencer.. gostava agora de o ver viver.. apesar de saber, que um dia ele vai morrer.. 

Obrigado

Unloved


02/11/2008
It’s late now. Or perhaps it’s very early in the morning. November the first I was phoned by my father. He pretty much doesn’t phone me, it’s hard to get an answer or a care coming from him. But the first of November he phoned me. It’s the day, in my home town where our culture celebrates the day remembering the passed relatives or those far from our sight. And so was it. I have been considering myself about plenty of things. About future plans or perhaps visions of unpredictable. There are those days which I feel powerless plus considering of a change. Considering of quitting from what brought me here. 
It’s been hard to express what brought me here. I dare say it was most likely with what happened in Belgium. However an evident difference it’s the fact that she was with me, in Belgium. But now the truth is that I have been through moments of sadness and solitude since the past time I was in Belgium. Since I let go the university and started to begin on a search of a dream, fulfilling randomly and unpredictable objectives. 
I would like in the future to get to read these words to know what I have been trough all this time when I feel myself unloved.  

domingo, 6 de janeiro de 2013

Armadilhas do Subconsciente


06/01/2013

Inverno puro. Noite gelada e céu limpo. Procurei por ela. E acabei por a ver.  
Imparcial, não tomando partidos, sorria, apenas, com os seus lábios vermelhos paixão. Cor que ela não dispensa numa noite de divertimento. 
Não é novo para mim. Faz algum tempo desde que a comecei a procurar, talvez mais do que devia! A vontade de falar com ela, de me sentar à frente dela, olha-la nos olhos e perceber o seu verdadeiro ser. Acompanhado por uma chávena de chá ou café, fazê-la rir e perceber o brilho do seu olhar. Eu sei que eles brilham! 

Agora que vivo mais perto dela, posso vê-la pessoalmente. Foi exactamente o que aconteceu. E por tal ter acontecido, voltei a ficar de guerra com o meu subconsciente!
Eu sei o que o meu subconsciente é capaz. Traz-me imagens à memória e ilude-me com pensamentos incertos. Com certezas dúbias, e o pequeno coração retrai-se.  

Sou muito vulnerável no que toca a armadilhas do meu subconsciente, relativamente a mulheres lindas sob as quais eu deixo crescer uma atracção. Eu sei perfeitamente o que é! É essa vontade de amar. É a vontade de lhes dar tudo o que posso. Dar e receber amor. É respeitar, admirar e acalmar o meu coração. É rir, chorar e pedir perdão. 

Hoje, eu vivo ainda mais influenciado e vulnerável. Todo devido à trilogia mais vendida no mundo no ano de 2012. E L James e as suas 50 sombras de Grey! É uma história tão envolvente, tão simples e visual. É uma paixão verdadeira, é preocupação e amor carnal. São tantas cenas belas, descritas de maneira a aguçar o apetite de jovens enamorados, sozinhos e sonhadores! 

Depois de ler dois livros do 50, e depois de me deixar armadilhar pelo meu subconsciente, aquela miúda de lábios vermelhos paixão é implementada na minha memória como Anastasia Steele. Que disparate! Ela não é Anastasia Steele, nem eu sou Christian Grey. Mas eu adorava viver as cenas de paixão tórrida que estes personagens vivem, com ela. E isso eu não posso negá-lo. Não era o sexo! Era os momentos a dois, em que ambos se conhecem, se tocam, se dão um ao outro como se não existisse o mundo. O toque na pele, percorrer os seus lábios com os meus dedos, beijar levemente todo o seu corpo, afagar-lhe o cabelo, sim aquele cabelo franjado, cuidado e tratado! 

Estou envolvido na trilogia, não porque gostava de ser Grey, mas porque gostava de conhecer Miss Steele. Estou apaixonado por uma personagem literária!! :-) poor boy!!
Na verdade, eu já vivi a logline da trilogia. Eu conheci uma Miss Steele, que me trouxe de volta. De volta, das minhas 50 sombras!! Para uma nova realidade, um novo caminho e um novo futuro. E tão simplesmente como ela entrou na minha vida, tão simplesmente ela partiu, deixando para sempre a sua marca. 
Posso dizer que nós vivemos, de verdade, as cenas que eu anteriormente referi. Só aí eu percebi o que é verdadeiro amor e paixão e só depois disso eu fiquei habilitado a poder falar sobre isso nas minhas letras que se perdem no tempo.

A partir desse momento vivi sempre fechado na minha concha. Não me dei a mais ninguém totalmente e é essa falta que me cria estas armadilhas do meu subconsciente. O ser humano e o poder da mente!