12.03.2025
Daqui a cerca de dois meses iremos, novamente, a eleições legislativas! Uma votação que irá nomear um dos dois líderes dos maiores partidos politicos portugueses, para formar uma equipa que governe.
Nenhum deles tem autoridade, carisma e personalidade para liderar o governo de um país como Portugal. Viveram e vivem em torno do poder. Contudo, isso não é uma particularidade nacional; é continental; é mundial!
Chegamos a um ponto em que a espécie “mais inteligente do universo” (!?) ficou cega de poder, perdeu valores e desvalorizou os laços humanos. Infelizmente, as sociedades aprenderam pouco com alguns tiranos/ditadores que vieram a este mundo e como se tal não bastasse, essas sociedades produzem, agora, ditadores em massa, para todo o género de poder e sector.
É pena que o meu país tenha chegado a este ponto ridículo de assalto ao poder, em que, num período de três anos (e pouco), serão eleitos três governos. Votamos para eleger novos governos que, de novo, só tem a identificação, porque os valores, a mediocridade e a sede de poder é a mesma, de partido para partido politico.
Dá-me pena que os humanos carismáticos, retos e notáveis sejam “varridos” dos cargos de poder porque “a teia” se vê ameaçada com quem não é conivente e zela pelo povo, em vez de, zelar pelo “rebanho”.
A política nacional (e internacional) está de rastos e, apesar de, nos próximos meses, elegermos novos dirigentes, não me parece que isso prevaleça por muito tempo.
Num mundo cada vez mais desequilibrado [desumanizado], capitalista e corrupto, os assaltos ao poder passam a ser uma constante e não uma excepção.