terça-feira, 26 de junho de 2012

Good Young Man

24/06/2012

just a while before I got an email with sad and tragic news. A friend died in a car accident. We didn’t share the time I would like to, because he was a good young man. Because I happened to met him in a central european country. He was german. Older than myself but pretty much wise about life itself. 
And what is it about life? What’s life? He was a great young man for God’s sake! It’s been 6 years since we last met. I actually told him about a month ago and posted it in a public domain. 
We even meant to meet again. To see and say hello. To ask how are you doing, after all this time? How’s life treating you? But we will never accomplish that moment again. He has departed. It’s said God holds the faithful departed! I can't say much but for what im concerned, he was a man of a kind. This good young german man...
If God has taken him, Im sure it’s because He needs strong and pleasant men around him. As I am to believe... 

terça-feira, 19 de junho de 2012

PORTUGAL

18/06/2012

ultimamente tenho sentido que me virá pela frente mais uma aventura na Europa. Mais um desafio e uma procura. Estou a viver na capital do meu país e no entanto sinto que a minha partida se aproxima. Não vou regressar a casa para ficar, mas sinto que tenho que ir para mais longe. Enfrentar agora o exterior com outros olhos. Depois de tudo o que se passou, depois de tudo o que eu passei. Agora que olho para trás, vejo que tive uns anos da minha vida em que fui muitas vezes à luta e as diferentes cidades, diferentes culturas, só me fizeram crescer e amadurecer mais. 
Num futuro próximo terei que mudar. Vou seguir em frente e tentar com todas as forças com que tenho tentado até aqui. O inverno pode ser rigoroso.. pedalar uma bicicleta contra o vento e contra a chuva. Andar quilómetros a pé! 
O Verão pode ser quente e sufocante. A Primavera sorrir muito vagamente e a chuva ser constante. 
Na altura, aí há uns 7 anos atrás, eu era um garoto. Um jovem rebelde, mas com um coração muito permeável. Atravessei a fase do hippie como ela deve ser vivida. Foi apenas mais um caminho da minha caminhada. No entanto virei essa estrada. Percorri várias, para chegar aonde cheguei. E se elas um dia puderem ser escritas de uma maneira normal, todo o cidadão tem o direito de as ler. 
Também tenho pensado muito no passado e sobretudo naquilo que vivi lá fora. Essa é uma verdade. Por isso essa deverá ser a razão de este sentimento de partida estar a manifestar-se cada vez mais. Nos meus momentos anteriores, era de uma ansiedade tal. E o receio que muita vezes não conseguisse vencer?! Viver nessas cidades, mas não de férias! Trabalhar segundo as leis deles. Ganhar o dinheiro que eles me querem dar. Lembro-me de me despedir de amigos, com as lágrimas nos olhos. Lembro-me de chorar interiormente quando via pela última vez os meus pais. A ansiedade é tanta que tudo nos passa pela cabeça. O que não nos sai da cabeça é: Os meus pais. Os meus mais próximos. Não sei quando os vou ver outra vez. 
Não estou a sair de casa e dizer que vou tomar café e já venho. Estou a entrar num autocarro, que me leva a um avião. Onde eu vou entrar. Vou adormecer com as lágrimas nos olhos. E chegar a um país diferente, com uma língua diferente e uma mentalidade diferente. 
Também viajei com uma menina. É a mais pura das verdades. Eu português. Ela checa. As aventuras, as batalhas e os desafios que nós enfrentamos e passamos na Europa! Foi talvez, o abrir de uma porta bastante misteriosa e que permite a entrada numa realidade tridimensional. O mundo como nós o vemos com os nossos olhos e o mundo como o vemos através da Internet. 
Mirandela. Paris. Ostrava. Londres. Mirandela. Leuven. Vila Real. Dublin. Bragança. Porto. Madrid. Lisboa. Foi assim o meu ciclo no inicio do novo milénio. Ainda na primeira década. 
Agora estamos na segunda. E desde então não tenho saído do meu país - PORTUGAL.