Na comunidade dos símios, os machos-alfa disputavam entre si um lugar de liderança. Entre eles riam-se, faziam pouco e massacravam os símios desengonçados e os símios bobos da corte. Como era bom ser macho-alfa, pertencer à comunidade e aplicar um bullying aos outros para beneficio e jubilo próprio.
Os simiosapiens gostavam de se "encharcar" de álcool, pois a suas raízes culturais ocidentais, acima de tudo a sua religião judaico-cristã, lhes permitia tal devaneio. Beber álcool, dar peidos e arrotos era de Homem (!), de macho-alfa!
Numa altura em que as fêmeas lutavam por uma igualdade de direitos, essa notória emancipação resultava num poder e valor mais elevado no seio familiar. Ganharam o poder de exercer pressão psicológica no cérebro do símio. Ganharam também aceitação e valorização no espaço sócio-cultural e muitas, não concordavam que os símios as deixassem em casa quando iam ter com amigos e ingerir bebidas alcoólicas.
Para os símios, saírem acompanhados com as fêmeas no grupo de amigos era dramático, sobretudo se o grupo de amigos fossem só machos - daqueles machos que pensavam ser alfa e não passavam de ómegas.
Então os símios mais desprovidos da pressão das fêmeas, riam dos outros, acusavam-nos de não ter poder para as deixar em casa, lugar onde [culturalmente] pertenciam! A jigajoga na comunidade dos símios era uma verdadeira macacada, onde quem perdia, era sempre, a pessoa amada.