03/09/2015
Há cerca de duas semanas atrás fiz um post na melhor bancada de propaganda, alguma vez criada, leia-se facebook, sobre o problema dos refugiados! Esse post eu auto rotulei de The Tip of the Iceberg! Não registou um “saudoso” like ou despoletou qualquer comentário, talvez porque muitos não saibam o que a expressão (anterior) quer dizer, ou porque ainda não existia matéria visual suficiente para arremessar uns aos outros nessa espampanante plataforma de propaganda! E quando falo em matéria visual, falo em fotos ou vídeos que no passado valiam mais que mil palavras, mas hoje, uma imagem pode ser uma palavra de propaganda!
Passadas duas semanas, cada vez se fala mais disso, porque são muros que se constroem nas fronteiras de países, são cordões de exercito armado que bloqueiam os passos seguintes dos chamados “sem terra”!!
Ora, eu lembro das primeiras noticias registadas sobre o movimento migratório, sentido sul-norte onde a portagem era o mar mediterrâneo! Digamos - e sendo eu português - que o mediterrâneo se confundia com um cabo das tormentas, quando os barcos carregados (muito excessivamente) de navegantes, tentavam chegar à Europa! Mais propriamente a Itália que teve a tenebrosa função de os recolher, para inglês ver!!
Numa primeira experiência, Calais tornou-se a pequena povoação mais falada, durante cerca de uma semana, pois o Reino Unido, de castelos e princesas ficava do outro lado do mar navegável por terra e por água!
Podia dizer-se que aquele pedaço de terra, a que chamam de Reino Unido era o céu na terra para estes refugiados! Mas até o céu lhes fechou as portas!!
Nesta analogia barata de céu que fecha as portas ao comum dos mortais, a complexidade das letras é deveras cáustica!
E uma vez aqui chegados, posso apresentar - apenas duas! - das notáveis diferenças de grande complexidade!
A religião e o abecedário!
Desde que a informação se propagou globalmente, o ritmo de evolução foi espantoso! Para uns pode ser assustador, para outros pode ser um dia como os outros... em que nada muda! - e eu aqui à espera que tudo mude, porque já estou farto deste mundo medíocre, onde a sociedade é uma bela hipócrita, vestida de pomposas marcas de luxo e uma língua lasciva, insaciável que me alimenta os egos secretos, íntimos e obscuros!
(...)
To be continued