12/04/2021
A religião surgiu e promulgou a capacidade de ligar física e meta-fisicamente os seres humanos. A ciência não tem essa capacidade. A cultura muito menos.
É perceptível que, na exposição de todas as invenções humanas, a religião seja a protagonista. Ainda assim, a sua prática e culto mais extremados são promotores de guerras imaginárias e odiosas. Crimes hediondos em nome de um salvador único e supremo que, cultural e religiosamente, os humanos personificaram como um Deus.
Deus é tudo e todas as coisas. É pai e mãe. É branco e preto. Deus é energia que nos une como sangue invisível. Deus é o guardião do tempo. O tempo que passou. O tempo que passa. O tempo que passará. O tempo orgânico, quantitativo e qualitativo. O tempo que atribui e retira qualidade. Deus é organico. Deus reside num tempo líquido, medido pela grandeza da mente humana.
A mãe natureza é Deus. O pai planeta terra é Deus também. Mas Deus é os outros planetas, o universo que eles me dizem que existe. Deus é as estrelas e o infinito que a minha imaginação quantifica.
Deus é o universo de toda a informação. Deus é o código de todos os códigos Deus é o criador desta tela tridimensional, que identificamos como realidade.
Deus é o continuo desta realidade virtual que os meus olhos acedem quando se abrem. Deus é tudo e todas as coisas. Deus é pai e mãe.
É a Deus que eu me dou.
Adeus!
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