terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Ver_te

21/04/2010

02:30

My own dizzy mind!
Noite longa, onde chuva cessa longe da montanha. Quarto escuro e tecnologia. Mind and brain control!
Os dias que passaram não há muito tempo, foram intensos. Revejo-me como há uns anos atrás, a única diferença baseia-se essencialmente na experiência, e no tempo passado. Celebro o aniversário de duas mulheres muito queridas na minha vida, e depois disso vem a agonia. Vem a ansiedade que aparece antes de partir. Vem as nuvens e os balanços on a jetplane! Vem mudança e outros ventos. 
Passei o fim de semana fora, e ela recebeu-me de braços abertos! 
Não, ainda não escrevi sobre ti! Mas vou fazê-lo… agora e sem balanço, começo já! De  sorriso aberto e carácter forte, ela desmarca-se dos outros. Ela vive a experiência do seu dia a dia com calma apenas, e prolonga constantemente. De olhos em ti e sem virar a cara adormeço. Sinto-me bem e sem compromissos lá fora, estou ali e em paz!
Lá fora já não faz frio. O sol também ainda não aquece, mas assim que o fizer será brando! Não sei se estarei aqui sentado quando ele começar a aquecer realmente. Espero estar num sitio onde o possa sentir e pensar no que fiz hoje, com um sorriso nos lábios.
(...)

Tenho medo de ver caras bonitas e apaixonar-me! Tenho medo de sensações estranhas e fascinantes que evaporam, na atmosfera da festa da vida! Tenho medo de encontrar uma mão amiga e não saber responder. 
Tenho medo de aprender a ler. 
Para já vou continuar, só e apenas, a escrever! 
Já vivi fora deste quarto. Fora e dentro de quatro paredes no território lusitano. Várias fora do perímetro trasmontano. Eu, que nasci à beira do oceano, no mapa me situo. E depois, cá dentro sou assim. De manhã acordo, ela abre os olhos e ri-se para mim. Não nasci, mas vivi em Constantim! 
Foi lá que eu fui feliz, durante uns longos anos da minha vida. É lá que eu tenho a minha família querida. É aqui, que eu estou a escrever-te. 

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