terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Choose Life

23/11/2016

Sometimes movies make you dream. Sometimes movies make you smile... 
When you just want to cry. Cry for the those lives who had passed away. 
Cry for those moments that won't happen again. 
We, humans, are here just for a very small moment of time so we ought to get together. Side by side on this voyage, at the Planet Earth, throughout the Cosmos! 

Fui ao cinema. Acompanhado. Dentro daquela sala, sentado, eu assistia a um filme americano, em que a mensagem foi muito bem entregue pelo distinto actor e realizador Mel Gibson. Desmond T. Doss foi um verdadeiro herói americano. Numa batalha de guerra sangrenta, surgiu um herói que possuía uma fé fora do normal, de tal forma que todos os que o rodeavam achavam que ele era anormal. Ele ia contra as regras, apenas conduzido pela sua fé. E só no final da batalha, todos eles olharam para ele como um homem santo que salvou a vida de muitos. No filme surge uma bela alegoria de ele enviar os corpos dos soldados mutilados e resgatados, suspensos no alto de um ravina como se os corpos viessem do céu. Mas a visão do cinema vai muito mais além de um simples momento. Durante o seu longo resgate, Doss vai encontrando vários corpos e ele acima de tudo o que pede é para acreditar. Acreditar na vida. Escolher a vida. 
Até chegarmos a um ponto em que Doss, se encontra sozinho com o seu Deus, à noite e pedir apenas para lhe deixar resgatar mais um corpo. E somos levados a entender que essa prece foi concedida. Porque, na verdade, fez o milagre da salvação, naquela batalha de Hacksaw Ridge. Contudo, o milagre da salvação é o culminar de um caminho duro, tempestuoso, violento e contra norma que Desmond Doss percorreu. Foi tão surreal aos olhos daqueles que o presenciaram que se torna demasiado interessante assistir no cinema, quando uma produção e realização desta qualidade está iminente. 

Para se conhecer Hacksaw Ridge, tem que se conhecer o herói, o Santo Desmond T. Ross que ao existir e acreditar, tornou bonito uma guerra sangrenta e mortífera. E o mais bonito de tudo foi ele ter sido o contribuinte principal para que a guerra terminasse. No final quando ele acreditou que a sua missão estava cumprida pediu novamente ao seu Deus, que o deixasse acompanhar de novo os seus companheiros de batalha, num dia da semana que tão sagrado lhe era. Porque acima de tudo, todos os seus companheiros viam a sua energia, o seu amor, a sua fé e escolher a vida em detrimento da morte.

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